Brasil

O que fazer em um fim de semana em Recife

 

Se você está com o tempo contado, mas quer aproveitar ao máximo a sua ida a Recife, você está no lugar certo. Eu estive na cidade a trabalho e aproveitei o fim de semana em Recife para rever os amigos do intercâmbio e de quebra conhecer os principais pontos turísticos do Recife. Então, vamos conferir o meu roteiro?

Sexta-feira

Fui liberada do trabalho na sexta-feira a noite. Como eu estava exausta dos dias que trabalhei, resolvi dar uma voltinha de leve pelo Recife Antigo com um amigo e fui conhecer o Marco Zero. Achei incrível como as pessoas praticam atividades ali no centro, a galera fica andando de bicicleta, patins, skate, ou param apenas para conversar com os amigos.

Além disso, fomos visitar os novos armazéns do porto que possuem bares super legais, mas possuem um preço bem salgado. Mas, como meu orçamento era pequeno, paramos em um barzinho chamado Novo Pina na Rua da Moeda, próxima ao Shopping Paço Alfângeda. Os preços do bar eram bem tranquilos, um copão de 500ml de caipivodka custou R$ 8,00. Eu curti muito a rua, principalmente, porque lá você vai encontrar restaurantes e bares para todos os estilos e gostos.

Homenagem ao cantor e compositor Chico Science

Homenagem ao cantor e compositor Chico Science

Sábado

Sábado eu acordei um pouco tarde (por volta de 10:00) e encontrei com uma amiga no Centro Cultural dos Correios que fica localizado no Recife Antigo, bem em frente ao Marco Zero.  Vale lembrar que a entrada no centro cultural é gratuita e todas as exposições são itinerantes.

centro cultural dos correios recife

Em seguida, fui visitar o Centro de Artesanato de Pernambuco que fica do outro lado da rua. Lá eu encontrei os mais diversos tipos de artesanatos, mas devo confessar que fiquei bem impressionada com o preço das coisas.

centro de artesanato de pernambuco

preço artesanato recife

Preço de uma colcha de fuxico

A minha amiga me contou um história muito interessante sobre a construção da cidade de Recife. Segundo ela, se você posicionar a sua mão bem em cima do Marco Zero e abrir bem os dedos, você vai perceber que para cada direção que os seus dedos apontarem surgem grandes avenidas. E, não é que isso funciona mesmo viajantes?

marco zero

Ainda na praça Praça Rio Branco ou Marco Zero, nós pegamos um barquinho rumo ao Parque das Esculturas Francisco Brennand. O parque foi construído em 2000 e conta com 90 esculturas do artista pernambucano Francisco Brennand, sendo a Coluna de Cristal, com 32 metros de altura, a principal obra no complexo. O trajeto durou uns 2 minutinhos e a travessia custou R$ 5,00 ida e volta. Em menos de 1 hora eu visitei a exposição a céu aberto e segui o meu roteiro rumo aos museus da cidade.

coluna de cristal

Vista da Coluna de Cristal

Vale lembrar que eu dei a clássica paradinha no letreiro de “RECIFE” para tirar uma fotinho bem turista.

letreiro recife

Paramos para almoçar no Shopping Paço Alfângeda, que é um lugar lindo e possui vários mosaicos de Ariano Suassuna. O atual shopping fica localizado às margens do Rio Capibaribe e, ao longo da história, ele já foi o  principal porto do Recife, um Convento dos padres da Ordem de São Felipe Néri,  a sede da Alfândega, sendo utilizado, mais recentemente, como cooperativa, armazém de produtos e estacionamento. Hoje o Paço Alfândega representa um patrimônio histórico e um marco da revitalização do Bairro de Recife Antigo. Vale muito a pena uma visita!

mosaico ariano suassuna

Você deve estar se perguntando, por que eu não segui direto para os museus na parte da manhã? Bom, em Recife a maioria dos grandes museus nos fim de semana só abrem a partir das 12 ou 13 horas. Então tive que adaptar o meu roteiro para dar tempo de conhecer tudo.

Logo após o almoço, seguimos para o Paço do Frevo. Um museu impressionante, dedicado à difusão, pesquisa, lazer e formação nas áreas da dança e música do frevo. Com 3 andares, o museu arrebenta com instalações lindas e inovadoras. Eu super recomendo a visita!

paço do frevo 1 andar

Exposição do 1º andar representando a linha do tempo do Frevo

paço do frevo 2 andar

Exposição do 2º andar

paço do frevo exposição

Exposição no 3º andar contando a história do Carnaval de Recife

E, não deixe de dar uma paradinha no café do museu, o sorvete de cajá que eles vendem lá é divino. #gordinha

café paço do frevo

Café na entrada do Paço do Frevo

Depois foi a vez do Cais do Sertão, um museu instalado no antigo Armazém 10 do Porto do Recife que homenageia muito bem a obra de Luiz Gonzaga, um espaço focado na rica cultura popular do nordeste brasileiro. O espaço conta com exposições, réplicas de casas do sertão, filmes, instalações, salas de música, o museu transborda cultura. É outro programa imperdível para quem for visitar a cidade!

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Visão do 1º andar do Cais do Sertão

cais do sertão

Se você apoiar os cotovelos na instalação você ouve trechos de músicas!

Por volta das 16 horas, eu finalizei a minha programação pelo centro da cidade e eu a minha amiga encontramos com outros amigos e seguimos ruma a Olinda. A nossa primeira parada foi o Alto da Sé, onde dei uma voltinha da feirinha da praça e de lá eu aproveitei para subir no morro da Caixa D’água para curtir uma vista maravilhosa da cidade!

Catedral Sé de Olinda

Todas as entradas das igrejas de Recife são voltadas para a Catedral Sé de Olinda

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Vista do mirante da Caixa D’água

Depois, fui até o Mercado da Ribeira para conhecer de perto os bonecos de Olinda. A exposição é gratuita, mas os visitantes podem colaborar com a quantia que puderem para ajudar no financiamento de um dos carnavais mais famosos do Brasil.

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Esses são alguns dos bonecos de Olinda que você irá encontrar no mercado da ribeira

Conheci também a Ladeira da Misericórdia e dei uma de abusada e resolvi apostar corrida com um amigo até o Alto da Sé.  Depois dessa maluquice, acho que entendi porque ela possui esse nome. Meus amigos recifenses dizem que no Carnaval os foliões sobem e descem a ladeira e é tão sofrido que até a bebedeira passa! hahaha

vista do fim da Ladeira da Misericórdia

vista do fim da Ladeira da Misericórdia

Para finalizar o sábado, fomos jantar em um restaurante japonês e encerramos a noite com uma baladinha pelo do Rio Capibaribe.

Domingo

Domingo era meu último dia e eu só tinha até às 17 horas. Por isso, acordei bem cedinho e comecei o dia visitando a Praia de Boa Viagem. Eu fiquei bem empolgada em ver como a água do mar é quente, mas confesso que fiquei com medinho dos ataques de tubarão e preferi ficar na beirinha. Outra coisa engraçada, foi a quantidade de produtos que eram vendidos na areia, tinha de tudo, desde caldinho de feijão, a ovo de codorna e capa de volante. Foi divertido só ficar observando da areia!

Praia de Boa Viagem

Praia de Boa Viagem

Depois de pegar uma prainha, fomos almoçar e seguimos em direção a minha última parada antes do aeroporto: o Instituto Ricardo Brennand. Lá nós visitamos a Pinacoteca e o Castelo de São João, que abriga o segundo maior acervo de armas brancas do mundo. Dentro do Instituto você irá encontrar réplicas de castelos medievais quase perfeitas e exposições de arte iradas, sendo muitas das obras propriedade da família Brennand.

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Castelos do Institudo Ricardo Brennand

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Armas brancas do Castelo de Sao João

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Se você quiser acompanhar mais de perto o que eu relatei aqui no artigo, dá uma conferida no vídeo a seguir. Se você curtir, que tal aproveitar para se inscrever no meu canal? Até o próximo artigo viajantes!

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Foto de Amanda Antunes
Olá, eu sou a Amanda Antunes .

Amanda Antunes

Olá! Eu sou Amanda. Sou publicitária, criativa e apaixonada por fotos e viagens. Ao todo foram 3 intercâmbios e 42 países visitados. São muitas histórias para contar, porque eu Prefiro Viajar!

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6 pessoas comentaram!
  • Amanda, amei o roteirinho!! Vou passar um fds em Recife em agosto. Me diz, você achou tranquilo fazer esses trajetos a pé? Eu vou de carro, mas tô com receio de ser difícil achar estacionamento. O que você acha/recomenda? Beijos!!

    • Olá Rafaella!!! Tudo bem? Que bom que você curtiu o nosso roteiro!! Eu fiz algumas coisas a pé, outras de carro. Achei tranquilo ficar ali no centro e nos museu a pé, por exemplo. Em Olinda eu fui de carro, mas foi tranquilo estacionar, assim como no Brennand que fica mais afastado e ir de ônibus demora muito. Acho que você pode ficar a pé em alguns lugares e outros ir de carro!

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