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Jornalista viaja sozinha pelo mundo apenas com um mochilão de 15kg

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Amanda Antunes
Escrito por Amanda Antunes

Quem nunca pensou em se jogar no mundo sem data pra voltar? A Carla Boechat, do blog Fui, Gostei e Contei, tirou seus planos do papel e decidiu escrever sua própria história de um jeito bem diferente. Deixa eu contar para vocês um pouquinho da história dela.

1. Quem é a Carla Boechat?

Sou uma jornalista que está vivendo seu sonho: virou sua própria chefe e há dois anos o mundo é a minha redação.

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2. Por que viajar sozinha?

Pra mim, começou um pouco por “necessidade”. Queria ir a São Paulo para um congresso, então resolvi ficar em hostel para economizar. Aí descobri um hostel que tinha quartos compartilhados femininos, e adorei a experiência.

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Logo depois achei uma passagem MUITO barata para a Europa. Não tinha tempo de ficar convidando ninguém para ir comigo – sabe como são essas promoções, né, acabam muito rápido! Então só comprei correndo, e um mês depois embarquei SOZINHA e PELA PRIMEIRA VEZ pra Europa.

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Era um sonho antigo, e nessa viagem eu senti a verdadeira liberdade de descer de um avião sozinha, me virar pra pedir informações em espanhol, fazer toda uma programação do jeitinho que EU queria.

No meio da viagem, em Madri, conheci um uruguaio e visitamos vários barzinhos juntos. No dia seguinte, fui sozinha para Toledo e lá conheci uma turma de espanhóis, que me convidou para almoçar com eles e tivemos uma tarde muito boa.

Acho que nessa viagem foi a primeira vez que me sentei sozinha no balcão de um bar para tomar uma cerveja. Fiquei toda receosa, achando que todo mundo estava olhando pra mim – mas que nada, estava cada um seguindo sua vida sem nem reparar que tinha uma viajante desacompanhada ali. Tomei minha cerveja, comi umas tapas, mudei e pedi uma taça de vinho, comi mais tapas.

Pronto, depois dessa viagem minha vida mudou. Me vi indo para vários lugares sozinha – Ilhabela, Foz do Iguaçu, São Paulo, Caminho da Luz em Minas, Curitiba, Bonito, Croácia, Eslovênia, Sérvia, Romênia, Portugal, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Suazilândia. A lista só aumenta.

3. Qual foi a sua primeira viagem sozinha?

Foi para um intercâmbio de inglês no Canadá quando tinha 21 anos. Mas cheguei lá e já me enturmei com uma galera de brasileiros, então sozinha mesmo eu só estive no avião de ida hehehe. Por isso nem conto tanto essa viagem como uma experiência solo. A que eu considero o pontapé inicial para tantas viagens sozinha foi a que contei lá em cima, para a Europa. Ali, sim, foi um divisor de águas.

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4. Como foi a aceitação da sua família e dos seus amigos?

Foi bem tranquilo. Claro que minha família se preocupa (em especial minha mãe!), mas todos eles amam viajar. Meu pai, inclusive, já foi diversas vezes sozinho para a Europa. Eles sabem que estou vivendo o meu sonho e que estou muito feliz.

Já os amigos e conhecidos… No início rolavam aquelas clássicas “mas por que sozinha?”, “você é doida, é perigoso viajar assim”, “coitadinha ter que viajar sozinha…”, “esse estilo de vida é meio irresponsável, né”. Pra isso eu não dei muito ouvido. Preferi dar atenção a quem ainda me diz “te admiro por correr atrás dos seus sonhos”, “viajar sozinho é mesmo uma delícia”, “um dia ainda quero ouvir todas as histórias de viagem que você tem para contar”, “me chama pra ir com você um dia?”.

5. O que te ajudou a sair da inércia e a se jogar no mundo?

E se eu te contar que foi porque comecei um Full time MBA? Eu trabalhava como assessora de imprensa, naquele esquema jornalista-que-trabalha-até-fim-de-semana. Atendia contas grandes, era independente, pagava minhas contas, estava bem estável financeiramente. Até que um dia fui aprovada para um dos melhores mestrados em Administração da América Latina. O detalhe é que eles exigiam dedicação exclusiva, o que significava que eu teria que pedir demissão do meu emprego.

Relutei no início, repensei mil vezes. Mas essa era uma oportunidade que eu não queria perder. Comecei o mestrado em 2014 e nunca mais voltei a ter um emprego fixo em uma empresa.

Nesse período eu comecei a me aprofundar em Marketing, investi mais no meu blog, entreguei meu apartamento em Niterói para fazer um intercâmbio na Croácia, e na volta já não quis fechar contrato com nenhuma outra imobiliária.

Me vi livre de contratos de trabalho, contratos de aluguel, contas de luz, IPTU, faxineira, reunião de condomínio, reunião de pauta. Com o blog eu era minha própria chefe, minha própria funcionária, definia minhas próprias pautas, trabalhava domingo um dia inteiro se quisesse, ia à praia numa quarta-feira se desse vontade – e essa praia poderia ser no Rio, ou, sei lá, na África. Acabaram as viagens curtas de férias e feriados.

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Hoje sou nômade há dois anos, atualmente estou no Peru, preciso apenas de internet para trabalhar, não sei quando retorno ao Brasil para ver a família, e pretendo viver assim por muitos anos ainda.

6. Carreira, emprego, relacionamento, dinheiro… como você lidou com isso tudo?

Vixi,.. Minha casa é uma mochila que pesa 15kg, o blog ainda não me dá dinheiro suficiente para viver apenas dele, estou sempre me despedindo das pessoas para ir para um novo lugar, precisei ser firme e abandonar oportunidades de empregos estáveis. Mas, acredite ou não, essa é a vida que eu amo.

A cada dia estou em um lugar novo, já coleciono 44 países visitados e sei que ainda há muito mais por vir, não tenho rotina, tenho amigos no mundo todo, hoje sou uma pessoa muito mais compreensiva e carrego comigo memórias que dinheiro nenhum nesse mundo pagaria. Pra mim, a maior dificuldade é apenas estar longe da minha família – isso me mata! Mas foi uma escolha minha, e a cada dia aprendo um pouco mais a lidar com essa saudade.

Trabalho

Já sobre trabalho, a verdade é que hoje vivo com beeeem menos do que vivia há uns 4 anos atrás. Com um desapego que eu jamais imaginei que teria, levo uma vida muito mais barata, apesar das pessoas acharem que quem viaja tanto é “rico”. O blog me ajuda muito, pois recebo muitos convites de hotéis, restaurantes, agências.

Mas isso não paga minhas contas, e quando a coisa aperta e preciso de grana, paro e trabalho. Já fiz alguns freelas como jornalista, mas também já trabalhei até mesmo no Deserto do Atacama vendendo tours em uma agência.

Relacionamento

E, por fim, a questão mais emblemática desta vida nômade: relacionamentos. É difícil, é muito difícil, ter um relacionamento com outra pessoa se você está sempre se despedindo, sempre mudando os planos, se viaja e não tem nem passagem de volta.

Falo por mim, e pelos amigos que tenho e que levam o mesmo estilo de vida que eu. Principalmente pelo fato de eu ser mulher, ainda existe aquela coisa de que eu não posso ser essa pessoa tão independente, que não cuida da casa (casa? que casa?), que faz seus próprios planos. Não é qualquer cara que encara isso aí, não!

Estar com uma pessoa numa realidade muito diferente da minha é complicado. Se o cara tem emprego fixo, dificilmente vai largar isso para viver comigo pelo mundo, por mais utópico que isso possa parecer. Cansei de ouvir as pessoas, até mesmo da minha família, dizerem “vivendo assim, você não vai namorar ninguém”.

Só que eu sempre acreditei que não deveria abrir mão dos meus sonhos, e que, se ficasse com alguém, ele teria os mesmos planos de vida que eu e estaria disposto a viver esse sonho comigo. Eu só não imaginava que esse cara seria um grande amigo de anos. Nômade também há 7 meses, nos reencontramos no Atacama e hoje estamos viajando o mundo juntos.

7. Você tem alguma dica para dar para quem nunca viajou sozinha?

A minha dica é que as pessoas ousem e arrisquem viver seus melhores desejos, sejam eles quais for. Se você tem vontade de viajar sozinha, vai, menina! Ignore os comentários que vão tentar te fazer desistir, se planeje, converse com outras garotas que já tiveram essa experiência (qualquer coisa, pode me chamar!), leia blogs, crie coragem e se jogue. Um frio na barriga é normal. É assim sempre que estamos prestes a dar um passo para algo que queremos muito.

8. Qual a viagem mais louca que você já fez?

Eita… Senta que lá vem história (risos)! Teve um episódio onde, quando cheguei na Suazilândia, em um hostel dentro de uma reserva natural onde não havia internet nem sinal de celular, e me dei conta de que havia pegado a mochila errada no aeroporto de Joanesburgo, na África do Sul. Foi loucura, fiquei 2 dias sem roupa num lugar onde não dava pra comprar nem uma calcinha, e no final descobri que outra brasileira estava com minha mochila, e desfizemos a confusão quando cheguei à Cidade do Cabo.

A viagem mais corajosa

Mas a viagem mais corajosa, eu diria, foi no final do ano passado, quando fui para o Atacama quase sem dinheiro nenhum. Até então eu vivia no esquema de fazer freelas no Brasil pra juntar dinheiro e viajar, e dessa vez arrisquei trabalhar viajando. Eu tinha torrado toda minha grana do último freela em viagens, e tinha um amigo morando no Atacama (que hoje é meu namorado hehe) que me disse que era fácil levantar uma graninha no deserto.

Comprei passagem só com milhas, fui, vendi brigadeiro na rua nos primeiros dias (e foi sensacional! Os brasileiros ficavam loucos, sempre compravam, e eu vendia uma bandeja inteira às vezes em uma horinha) e depois comecei a trabalhar em uma agência vendendo tours. Cheguei lá com apenas 100 dólares no bolso, trabalhei por 1 mês e meio e saí com grana pra viajar por mais 3 meses. Tinha vários brasileiros morando lá pra fazer grana, conheci lugares maravilhosos, aprendi muito sobre o mercado de Turismo. Foi inesquecível!

9. Você já passou algum perregue? Comente!

Váááááários. Já até quebrei o braço saltando de bungee jumping na Croácia! Também fiquei internada uma semana no hospital com uma infecção grave nos rins e quase morri – e estava sozinha!

Mas vamos falar de coisas mais leves, né? Teve uma vez que estava viajando sozinha pela Romênia, e de lá decidi ir para Belgrado, na Sérvia. Vale citar aqui que a Romênia é um dos países mais pobres da Europa! Pelo mapa, parecia que era pertinho, então nem me preocupei em ver ônibus ou trem, apenas reservei hostel pro dia seguinte.

elefantes africa

Quando fui comprar minha passagem, descobri que teria que pegar 5 trens diferentes durante a noite, parando em cidadezinhas da Transilvândia das quais eu nunca tinha ouvido falar. Até aí tudo bem. O problema foi quando meu primeiro trem atrasou muito, e com isso eu perdi minha conexão. Me vi à noite, sozinha, em estações de trem que mais pareciam abandonadas, pedindo ajuda a pessoas que não falavam inglês para tentar descobrir como chegar até a Sérvia.

Coloque aí uma dose de emoção na fronteira entre os dois países, quando o policial da imigração viu que eu tinha dois passaportes (um brasileiro e um italiano) e começou a insinuar que um deles poderia ser falso. Argumentei que eu era brasileira, mas tinha cidadania italiana, tudo sob aqueeele olhar de desconfiança do policial sérvio. Minhas pernas já estavam bambas, quando outro policial que estava perto, ao ver que eu era brasileira, quebrou o climão perguntando se eu torcia pro Flamengo e se conhecia o Petkovic (lembram desse jogador, que é da Sérvia?). Ufa! Tensão demais para uma noite! Nunca amei tanto ser flamenguista.

10. O que mudou na Carla depois dessas aventuras? (Antes e depois)

Eu poderia citar 100 coisas diferentes aqui. Já fui aquela menina que tinha look do dia, comprava todas as roupas da moda, ia ao salão 2 vezes na semana, estava sempre com a unha feitinha, cabelo escovado, maquiada, cheguei a pagar uma fortuna numa bolsa de luxo.

Hoje, com um “armário” que mal cabe numa mochila que pesa 15kg (incluindo sapatos, casaco, biquíni, roupas de trekking, roupinhas mais “arrumadinhas”, uns cremes), vocês já devem ter imaginado que muita coisa mudou, né? Precisei me reinventar, fazendo mil artimanhas para não abrir mão da minha vaidade, porém dentro das minhas limitações. Mas a mudança não foi apenas externa.

Eu me tornei uma pessoa mais tolerante às diferenças, e cada vez mais me policio para julgar menos. Você começa a lidar com pessoas de culturas e costumes tão diferentes, que passa a se colocar no lugar do outro antes de realizar qualquer pré-julgamento. O mundo se abre e a realidade que você vivia, até então, deixa de ser a verdade absoluta.

Você passa a compreender melhor por que o outro pensa diferente de você, por que tem gostos que parecem tão “esquisitos” à primeira vista, por que algumas atitudes e convicções nos chocam tanto. Isso, para mim, é uma das coisas mais ricas em se viajar: aprender a conhecer o outro, e com isso, passar a conhecer mais de si mesmo.

11. Como surgiu o Fui, Gostei e Contei?

Surgiu numa tarde em que eu estava sem nada para fazer, tinha acabado de voltar de uma viagem ao México e Panamá, e resolvi buscar no Google “como criar um blog”. Compartilhei ali minhas dicas, e comecei a tentar atualizar o blog sempre que possível (ainda que o “possível” chegasse a significar um intervalo de 2 meses entre cada post!).

Com o tempo, fui descobrindo que existia gente que vivia do blog, que isso era uma profissão, que existia uma possibilidade de mercado ali para mim. Foi quando investi grana, contratei profissionais para dar uma repaginada no meu blog, e comecei a pensar no Fui, Gostei, Contei como a minha empresa. Nunca imaginei chegar onde cheguei, hoje sou muito orgulhosa de tudo que venho conquistando e tenho planos de ir bem além.

12. Agora você anda por onde? Quais são os planos?

No momento estou em Huaraz, no Peru. Vim para ficar 3 dias, já estou há quase 10. Não costumo ter planos, mas por acaso, no momento, tenho um que é a realização de um sonho suuuuper antigo: comprar uma kombi e transformá-la em minha casa. No fim do mês estou voltando para o Atacama para aproveitar a alta temporada de Inverno e fazer mais uma graninha, e assim poder investir na tão sonhada casa, ops, kombi.

Curtiu a história da Carla? Então deixe aqui embaixo o seu comentário, compartilhe com os amigos este artigo e vamos mostrar ao mundo que viajar é possível! 

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Sobre o autor

Amanda Antunes

Amanda Antunes

Olá! Eu sou Amanda. Sou publicitária, criativa e apaixonada por fotos e viagens. Ao todo foram 3 intercâmbios e 24 países visitados. São muitas histórias para contar, porque eu Prefiro Viajar!

12 Comentários

  • Eu sou mãe da Carla e acompanhei tudo desde o início. No princípio não vou falar que foi fácil aceitar, ainda não é tão fácil, pois ter ela longe o tempo todo é complicado. Mas aprendi a compreender e hoje sei que é assim que ela é feliz. As vindas dela me confortam e sempre fica um gostinho de quero mais. Mas eu entrego a vida dela nas mãos de Nossa Senhora e peço que ela esteja sempre protegida.
    Filha, te amo e amei ler essa entrevista! Sonhos sendo realizados… alguém quer melhor que isso?

    • Estou com o coração na mão com esse comentário… Mamish, como te amo! E fico ansiando por cada volta. Obrigada pela sua compreensão, ela me conforta para seguir realizando esse sonho. Estou morrendo de saudades de vocês! Logo, logo eu estou aí em casa de novo… <3

  • Qd a Carla decidiu que iria sair por aí, sem muitos planos, sem definição de quase nada, deu um medo… sou da geração que precisa se sentir seguro, ter uma casa, ter uma grana que me deixe confortável, um bom plano de saúde.. E aquele conforto, tipo… gosto de ar condicionado, um bom banho, nada de luxo, mas conforto é essencial. Amo viajar e só pude realizar esse sonho qd meus filhos se formaram e sem culpa fui conhecer muitos lugares. Ainda trabalho, na espera ansiosa de me aposentar, daqui a dois meses… e quem sabe… viajar mais e mais . Te admiro Carlinha, por tudo, pelo seu carisma, pela sua coragem e determinação. É certo que tudo tem seu preço e o tempo é inexorável.
    Sinto falta das suas risadas, daquele
    ” vamos, madrinha !”
    Lendo sua entrevista matei um pouco a saudade, do seu jeitinho especial de contar seus “causos”.
    Então, sou a tia/madrinha da Carla Boechat!

    • Madrinha… Ai, que saudade!!!
      Você sabe que, para mim, você é uma grande inspiração.
      Sim, no início bateu um medinho e até hoje de vez em quando bate. Mas estou seguindo meu coração e, ainda que por vezes eu abra mão de um conforto que eu tinha antes, sou feliz e estou realizando projetos que nunca antes pensei que seriam possíveis.
      Muitas saudades… Logo, logo estou aí para contar uns “causos” pessoalmente. Bjs em todos. Te amo!

  • Nossa!!! Que loucura!!!! Mas que loucura bacana!!! Isso é felicidade!!! Alguém sonhar e correr atrás de seus sonhos… e um dia ( bem distante ainda , não é Carla), ter mil histórias pra contar…Sou de Itaperuna, quando jovem já fui sonhadora assim como você…mas foram somente sonhos…pois é preciso coragem, muita coragem pra seguir em frente… Parabéns!!! Amei sua história!!! Bjs?

  • Olá Carla!!que bacana sua decisão de viver a vida viajando, corajosa,guerreira!Vai conseguir tudo que deseja e busca,estou em sbc,tenho lugar pra ficar aqui quando estiver em sp viu só me avisar.Tenho 2 filhas,Even Vaitkevicius,mora em nova york e Juliana Vaitkevicius mora aqui pertinho de mim,Juju viaja muito também, adoro ouvir essas histórias de viagens,fiz 2 viagem internacional ,mas foram maravilhosas,em breve viajarei mais,um bjo Carla,e pra toda sua família de Sonia Marques Vaitkevicius

  • Carla, o meu sonho é fazer o que você faz, inclusive a Kombi!! Meeeuuu, fantástico isso!!
    Eu amooo viajar e por muitas vezes deixo de fazê-lo por não ter alguém que me acompanhe.
    Ótimas dicas, uma inspiração!!
    Parabéns!! Seja sempre mtooo feliz!!

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